Pausa deste blog

Affichage des articles dont le libellé est accueil; Evaristo da Veiga. Afficher tous les articles
Affichage des articles dont le libellé est accueil; Evaristo da Veiga. Afficher tous les articles

vendredi 11 mars 2022

Evaristo da Veiga - Soneto ao Brasil / Sonnet au Brésil

Evaristo Ferreira da Veiga e Barros foi um poeta, jornalista, político brasileiro, conhecido por ter sido o autor da letra do "Hino à Independência" AQUI, cuja música se deve a D. Pedro I. 
Conta entre os precursores do Romantismo no Brasil.
Nasceu a 08 Outubro 1799 (Rio de Janeiro RJ). Faleceu em 12 Maio 1837 (Rio de Janeiro RJ), aos 37 anos. 
Era filho do português mestre-escola, Francisco Luís Saturnino da Veiga, chegado ao Brasil na paróquia de Santa Rita, no Rio de Janeiro, nomeado professor régio..
Evaristo, era ótimo estudante, No Rio de Janeiro de D. João VI aprendeu francês, latim, inglês, cursou aulas de retórica e poética e estudou filosofia…
Em 1830 foi eleito deputado por Minas Gerais, tendo sido reeleito até morrer. Era nome conhecido no Brasil inteiro..

Soneto ao Brasil

Minha Pátria, oh Brasil! tua grandeza
Por léguas mil imensa se dilata
Do Amazonas caudoso ao rico Prata,
Os dois irmãos sem par na redondeza:

Das tuas serranias na aspereza,
Na fechada extensão da intensa mata,
No solo prenhe d'oiro se recata
Tosca sim, mas sublime a Natureza:

Da antiga Europa os dons em ti derrama
junto dos mares a civil cultura,
Que das artes, e Indústria os frutos ama:

De teus filhos o amor mil bens te augura,
E aos lares teus a Liberdade chama:
Não: não tens que invejar maior ventura.

 Poesias de Evaristo Ferreira da Veiga.

 

Soneto Ao Brasil|Poema de Evaristo da Veiga com narração de Mundo Dos Poemas
Publié par  Mundo Dos Poemas .  11 oct. 2020 
Evaristo da Veiga (Evaristo Ferreira da Veiga e Barros), É o patrono da cadeira n.10, por escolha do fundador Rui Barbosa.

En vous présentant ma traduction d'amateur de ce poème du poète brésilien Evaristo da Veiga:

Sonnet au Brésil

Ma Patrie, oh Brésil! ta grandeur
Par mil lieues immense elle s'étend
De l'Amazone torrentiel jusqu'au riche Plata,
Deux frères sans égal dans l'emplacement:

Dans la rugosité de tes montagnes
Dans l'étendue fermée de l'intense forêt,
Dans le sol lourd d'or se dissimule
Rude oui, mais sublime la Nature:

De l'ancienne Europe sur toi les cadeaux elle verse
aux abords des mers la civile culture,
Car aimant les fruits des Artes, et de l'Industrie:

L'amour de tes enfants  mille bonnes choses te prédit,
Et  dans tes demeures la Liberté  appelle:
Non: tu n'as pas à envier un plus grand bonheur.