Source de l’image https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Vieira
source de l'image https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_dos_Jesu%C3%ADtas_(Salvador)
Accompagnons les flâneries de poètes de langue portugaise, les compositions de rimes, les pensées inquiètes ou riantes, de Fernando Pessoa, Luis de Camões, Florbela Espanca, António Nobre, Avelina Noronha, Manuel Fonseca... (o tradutor à direita da página poderá contribuir para uma melhor compreensão dos textos. Obrigada)
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https://www.poesia-espiritual.com.br/2020/12/esperancar-no-ano-novo.html
Angela
Significado de vilancete: antiga composição poética de caráter
campesino, constituída por um terceto (dito mote) glosado em duas ou mais
oitavas (ditas voltas), cujo verso final repete integral ou parcialmente um dos
versos do terceto,
e ainda
Vilancete, vilancico ou vilhancico era uma forma poética comum na Península Ibérica, na época da Renascença. Os vilancetes podiam também ser adaptados para música: muitos compositores ibéricos dos séculos XV e XVI, como Juan del Encina ou o português Pedro de Escobar compuseram vilancetes musicais.
(Pedro Escobar)
née le 22 février 1948 à Barreiro (ville du Portugal)
Transcritos de publicações da internet, alguns detalhes da vida de Beatriz Brandão: Ou D. Beatriz, como assinava suas obras foi uma poetisa, música, colunista, professora e tradutora que viveu em Minas e no Rio de Janeiro nos séculos XVIII e XIX. Nascida em 29 de Julho de 1779, na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto), a poeta era prima de Maria Doroteia de Seixas Brandão, a Marília de Dirceu; casou-se com o Alferes Vicente Baptista de Alvarenga e se lhe divorciou em 1839 pelo Juízo Eclesiástico, por ser vítima de maus tratos dele. A partir daí, ela se muda para o Rio de Janeiro, onde passa a publicar os poemas que sempre escrevera; contribuiu para os jornais Marmota Fluminense e Guanabara. Após publicar suas obras no Parnaso Brasileiro, ela as compila e publica um livro de poesia - Cantos da mocidade - e, em seguida, um segundo livro: Carta de Leandro a Hero, e Carta de Hero a Leandro, ambos no Parnaso Brasileiro. Ela morre em 05 de fevereiro de 1868, no Rio de Janeiro. É patrona da cadeira nº 38 da Academia Mineira de Letras. Et encore un deuxième sonnet de Beatriz Brandão: SONETO Que tens, meu coração? Porque ansioso Te sinto palpitar continuamente? Ora te abrasas em desejo ardente, Outra hora gelas triste e duvidoso? Uma vez te abalanças valeroso A suportar da ausência o mal veemente; Mas logo esmorecido, descontente, Abandonas o passo perigoso? Meu terno coração, ela, resiste, Não desmaies, não tremas; pode um dia Inda o Fado mudar o tempo triste. Suporta da saudade a tirania, Que ainda verás feliz, como já viste, Raiar a linda face da alegria. (Beatriz Brandão) |